PL de Rose Modesto com piso para profissionais do ambiente escolar avança no Senado 

Uma escola não funciona apenas dentro da sala de aula. Merendeiras, auxiliares de limpeza, secretários escolares, profissionais de manutenção e tantos outros trabalhadores fazem parte da rotina que mantém as unidades de ensino em funcionamento.

Nesta terça-feira (3), o Projeto de Lei 2.531/2021, que estabelece um parâmetro nacional de remuneração para  profissionais que participam do funcionamento da educação pública, foi aprovado pela Comissão de Educação e Cultura (CE) do Senado e seguirá para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

De autoria de Rose Modesto, professora que voltará para a Câmara dos Deputados em 2027 pelo União Brasil, o texto estabelece um piso salarial nacional equivalente a 75% do valor pago aos profissionais do magistério público da educação básica, resultando em R$ 3,8 mil. A regra considera trabalhadores com formação de nível médio e jornada de até 40 horas semanais.

O projeto foi proposto por Modesto em seu primeiro mandato como deputada federal, entre os anos de 2019-2022.  “Essa luta nasceu de uma convicção que sempre carreguei comigo: não existe educação pública de qualidade sem a valorização de todos que fazem a escola acontecer”, explica a deputada eleita pelo Mato Grosso do Sul.

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